quarta-feira , 28-06-2017
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As revoluções do interior a capital

As revoluções do interior a capital

 

Ato realizado no dia 11 de outubro deste ano na cidade de Palmares, terra dos quilombos, nascidos da luta.

Em resumo, na atual conjuntura política, econômica e social que o país se encontra, faz-se necessário um posicionamento político de cada um de nós. Aos 18 anos de minha vida, presenciei um dos poucos momentos que posso chamar de mobilização e luta contra a tentativa de um governo ilegítimo se estabilizar que traiu um sistema de governo eleito, ao regredir inúmeros direitos que foram conquistados com muita luta, e posto pela constituição social, (CF/1988). Daí, partindo de um pioneirismo, nós, da UPE Mata Sul, fomos um dos primeiros campus a fazerem parte do movimento de ocupação estudantil. Mesmo Palmares sendo localizada em uma região distante da metrópole, onde tende a passar de forma invisível aos momentos de insatisfação popular geral, revivemos os ideais e práticas de luta.

Somos do interior e daqui surge o que pode tornar-se uma revolução engendrada de fato pela população desfavorecida. Um dos primeiros campus a ocupar em Pernambuco vem do interior, assim como no estado vizinho, que divide fronteiras com a Mata Sul pernambucana, as universidades de Alagoas, também começaram a ocupar nas cidades do interior.

Ainda no inicio de nossa caminhada para a experimentação de uma frente “revolucionaria”, eu, assim como muitos presentes no ato realizado na BR 101, mais precisamente localizada no município de Palmares Pernambuco, vivenciávamos um de nossos primeiros atos públicos de paralisação. Após varias tentativas, finalmente conseguimos paralisar por duas hrs e meia a BR, mesmo havendo toda a euforia e o medo, por ser um momento único, onde nós, estudantes/principiantes no que se refere a organização de protestos tomamos frente, paramos a BR, fomos às ruas mostrar que estamos presentes, e não ficaremos calados esperando que outros hajam por nós.

Como bem é sabido, qualquer escolha acaba por ter consequências, acredito eu, que a minha escolha pessoal de tomar este posicionamento contra o avanço do conservadorismo e de uma política voltada para a elite, transformou minha concepção preconceituosa diante de tais movimentos.

A pouco tempo, quando não havia experienciado uma paralisação como tal, sentia-me apático a tais movimentos por não estar de acordo com algumas atitudes deste. Na verdade, não compreendia a necessidade, por exemplo, de fazer barricadas de pneus para bloquear o trafego de carros, não conseguia compreender o motivo de “atrapalhar” o cotidiano do trabalhador que está em seu carro, ou em um caminhão tentado seguir seu caminho. Porém, neste meu primeiro momento, onde estive predisposto a conhecer melhor um movimento social, percebi a necessidade de proteção ao manifestante, como já havíamos definido estar na BR, ao lado de um bairro periférico na cidade, para dialogar com a comunidade, e aos que passavam pela BR no momento, precisávamos além de nos proteger do avanço de alguns carros, chamar a atenção da população, objetivo este alcançado com êxito. Durante estas duas horas e meia conseguimos chamar a atenção da mídia local, havendo maior visibilidade que o planejado, conseguimos dialogar com os caminhoneiros, que por fim, deram apoio a nossa luta, e conseguimos mostrar e reviver a vontade de luta do Município de Palmares.

Por fim, um dos momentos mais gratificantes deste dia, para mim, além das conquistas citadas acima, foi ver o apoio de um jovem que sequer fazia parte dos manifestantes. Vê-lo junto com outros rapazes tentando ainda no inicio da paralisação da BR convencer aos caminhoneiros que aquela era uma luta de todos, que estávamos alí lutando por um lugar melhor e que o lugar de luta é em nossa cidade, e não na cidade dos outros, em resposta a um dos caminhoneiros que nos mandaram protestar em Brasília. Isso acende mais ainda o espirito de luta presente na Mata Sul que resistiu aos domínios burgueses na época do Quilombo. Aqui vive um povo de garra e coragem, que não se cala, aqui vivem os Herdeiros de Dandara.

Alan Carneiro.

 

O OLHAR PARA O “OUTRO” – Andêly Priscila

O OLHAR PARA O “OUTRO”

 

O ser humano é instigado a ter sonhos e objetivos, com a ideia de sempre estar em busca daquilo que almeja, e obtendo esse sonho se tornara satisfeito, caso contrário, se não houverem esses estímulos, não haveria sentido algum a vida, a própria historia… Sempre almejei fazer um curso superior, e com isso alcançar uma estabilidade de vida tanto para mim como para minha família…

Chegou o momento de decidir o que realmente eu queria cursar, e a área que me identificava e só me enxergava era nutrição e isso por um só motivo: ter como ajudar o outro, mas na questão de seu biótipo, o curso de nutrição era uma ferramenta importante, onde pode-se entender que as pessoas literalmente não vivem, não aproveitam a vida por causa de sua estética. Me inserir nessa área seria a resposta para muitos que se encontram assim e de alguma forma conseguir soluções, saídas para o que lhe atormenta, o que tira sua paz…

A vida nos mostra os melhores caminhos para concretizarmos nossos sonhos, onde depende somente das nossas escolhas e uma dessas escolhas foi cursar Serviço Social, entre outros planos em fazer um curso superior, algo me chamou a atenção por ser uma área que leva a esse caminho o olhar para o outro, ao conseguir uma vaga no curso e desfrutar do mesmo percebo que estou no lugar certo, e com mais intensidade na questão de compreender as diversas personalidades e suas questões da vida. Atualmente vejo que se estivesse em outro curso não estaria realizada ou com a certeza se estaria no caminho certo…

O olhar para o outro agora vai mais além do que só o biótipo, suas essências, seu modo de vida, o material, e o psicológico… Fornecer o auxilio as pessoas não só por bondade, caridade, mais por encontrar a fundo onde incomoda e mostrar uma janela onde pode ser tornar uma possibilidade de resolução como se fosse aquele vento bom que nos dias ensolarado nos traz o alivio e leveza, saciando as mais diversas necessidades

 

Andêly Priscila – estudante de Serviço Social da UPE Mata Sul.

 

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Apresentação do TCC dos alunos dos curso de Gestão em Logística

Alunos da UPE Mata Sul apresentam o seu trabalho de conclusão de curso.

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Conclusão de curso dos alunos de Logística

O Curso Superior Tecnológico de Gestão em Logística gostaria de convidar a todos para as apresentações dos trabalhos de conclusão de curso dos alunos concluintes que ocorrerão na próxima sexta (18) a partir das 8 horas no 1º andar do campus Mata Sul

 

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Alunos do curso de Logística visitam o Armazém da Criatividade em Caruaru

No último dia 27, os alunos do 2º e do 4º período do curso superior de tecnologia em Logística visitaram o pólo do Porto Digital em Caruaru, denominado como Armazém da Criatividade.
Adriano Medeiros, gestor do pólo proporcionou uma visita guiada por todas as instalações que contemplavam um show roow, um espaço de coworking, um aquário de incubação de empresas, salas empresariais, salas de reuniões, salas de treinamentos, laboratório de música, laboratório de edição de imagem, sala de criação, sala de prototipação e sala de fotografia.
Além disso, os alunos pudem conhecer a tecnologia de ponto utilizada neste empreendimento como impressoras 3D, Fresadoras, Cortadores a laser, mesas digitalizadoras, entre outras.
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