UPE participa de encontro nacional de pró-reitores de pesquisa e pós-graduação

A Universidade de Pernambuco está representada no Encontro Anual dos Pró-reitores de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação das Universidades Estaduais, que acontece até esta sexta-feira (27) na Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná.

O evento, que discute os desafios e o futuro das pesquisas nas instituições superiores, tem a participação do pró-reitor de Pós-graduação, Pesquisa e Inovação da UPE, Sergio Campello, além do coordenador geral de Pós-Graduação, Byron Leite, e do coordenador geral de Inovação Bruno Carvalho.

"Este encontro é um fórum importante para debater a pós-graduação e a pesquisa no Brasil. A representação da UPE no evento é fundamental para estabelecer um bom diálogo com as principais agências de fomento à pesquisa no país", destacou o pró-reitor da PROPEGI/UPE, Sergio Campello.

Inovação, pesquisa e pós-graduação são temas centrais do encontro que também pretende promover a troca de experiências entre as instituições, pesquisadores e agentes financiadores.

As atividades fazem parte do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (Foprop) que reúne mais de 250 universidades brasileiras e instituições de pesquisa científica e tecnológicas, abrangendo federais, estaduais, municipais, comunitárias e privadas.

Juntas, elas buscam, além do fortalecimento e ampliação de pesquisas e da pós-graduação, a aproximação entre os gestores dessas áreas da educação superior para discutir as peculiaridades regionais de cada filiada. Para isso foi criado o Encontro Nacional de Pró-reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (Enpropp).

“A educação enfrentou, nos últimos anos, uma crise no investimento, mas agora há sinais de descontingenciamento obrigatório do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) para promover também o desenvolvimento econômico e social do país”, disse o presidente do Foprop, Robério Rodrigues.

Em 2021 o Congresso Nacional proibiu que o orçamento fosse contingenciado. Segundo Rodrigues, os recursos como suporte público vêm por meio de contribuição de 14 fundos setoriais a partir da iniciativa privada com destino a fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico.

* Com informações da UEM